A CAIXA Cultural Fortaleza recebe, de 16 a 18 de janeiro, a cantora e compositora Tulipa Ruiz com o espetáculo “Noire”, em uma série de apresentações que celebram os 165 anos da CAIXA, comemorados no dia 12 de janeiro. Os shows acontecem em formato intimista, com voz e violão, ao lado do músico e produtor Gustavo Ruiz, irmão da artista. As apresentações, com ingressos a preços populares — R$ 15 (meia para clientes CAIXA e casos previstos em lei) e R$ 30 (inteira) — oferecem ao público cearense uma experiência sensível e próxima, marcada pela força poética das canções e pela delicadeza dos arranjos que compõem o espetáculo. Os ingressos estarão disponíveis a partir de terça-feira, 13 de janeiro: na bilheteria física, a partir das 10h, e pelo site da CAIXA Cultural, a partir das 15h. Inspirado na live “Tulipa Noire”, dirigida pela cineasta Laís Bodanzky durante o período da pandemia, o espetáculo
Empresários e investidores brasileiros entram em um novo cenário tributário a partir de 2026. A reforma do Imposto de Renda cria um marco decisivo ao estabelecer um teto anual de R$ 600 mil para o somatório de rendimentos, incluindo salários, pró-labore, lucros distribuídos e ganhos financeiros. Ao ultrapassar esse limite, o contribuinte passa a ser enquadrado automaticamente no regime de alta renda, com cobrança complementar de impostos. A mudança atinge em cheio modelos de remuneração amplamente utilizados no país, especialmente a distribuição de lucros. Um novo parâmetro mensal de R$ 50 mil passa a orientar retenções e controles, tornando a gestão financeira mais complexa e menos previsível ao longo do ano. Na prática, o impacto vai além do imposto pago. O novo formato exige revisão de contratos societários, políticas internas de remuneração, organização patrimonial e até do desenho das empresas. Estratégias que funcionaram por anos podem deixar de ser eficientes sem ajustes
No início dos anos 90, o Brasil experimentava o início da abertura comercial no exterior, e o cacau, um dos frutos mais importantes para a economia do país, sofria com o ápice da vassoura-de-bruxa, praga que provocou queda drástica na produção. O cenário parecia desfavorável, mas foi nele que o empresário Marco Lessa começou a construir o império do cacau brasileiro. Com a criação de marcas como Origem Week e Chocolat Festival, o baiano passou a ser um dos líderes do setor que deixou de ser apenas uma commodity e tornou-se referência na produção de derivados de alta qualidade e atração de negócios e turismo. Nascido em Guanambi, no alto sertão baiano, a cerca de 800 km de Salvador, Marco iniciou seu contato com o cacau na adolescência, quando se mudou para Ilhéus, sul do estado. Filho de mãe professora e pai bancário, ele decidiu seguir o caminho da publicidade, o
Em países que lidam diariamente com grandes eventos, transporte de massa e alta circulação de pessoas, o trabalho de prevenção começa muito antes de qualquer emergência. Um dos pilares desse sistema é o treinamento de cães de detecção de explosivos, uma atividade que exige método rigoroso, validação constante e controle emocional extremo, tanto do animal quanto do condutor. A eficácia desse tipo de atuação é reconhecida por padrões técnicos internacionais. De acordo com protocolos de certificação utilizados por órgãos científicos e de segurança nos Estados Unidos e na Europa, equipes formadas por cão e condutor precisam demonstrar taxas de acerto superiores a 90% em exercícios padronizados, com baixa incidência de falsos alertas, para serem consideradas aptas a operar profissionalmente. Esses critérios são adotados por instâncias como a Organization of Scientific Area Committees for Forensic Science e refletem o nível de exigência aplicado a operações de alto risco. Diferente da imagem popular do