A experiência da primeira fase do Desenrola ajuda a dimensionar o tamanho do desafio. Encerrado em maio de 2024, o programa renegociou R$ 53,2 bilhões em dívidas para cerca de 15 milhões de pessoas. Ainda assim, os indicadores de inadimplência voltaram a subir nos anos seguintes, mostrando que a renegociação, sozinha, não resolve problemas estruturais de orçamento e endividamento. *É nesse cenário que surge uma nova pergunta após o fim do Desenrola 2.0: o que fazer depois de renegociar as dívidas?* Com o programa, muitos brasileiros ganharam a chance de trocar dívidas caras, como as do rotativo do cartão de crédito e do cheque especial, por condições com descontos relevantes e juros menores. Para quem quiser entender as regras, o público-alvo e os impactos esperados, publicamos um texto completo sobre o tema neste link: https://riconnect.rico.com.vc/analises/desenrola-2-0-conheca-a-nova-chance-para-sair-das-dividas-e-aliviar-o-bolso/ A história recente ajuda a explicar por que esse alívio pode perder força. Boa parte da recaída está
Nem sempre quando alguém responde "estou bem" significa que, de fato, está. Em uma rotina marcada pela pressa, pelas responsabilidades e pela pressão para dar conta de tudo, é comum esconder sentimentos, minimizar o próprio sofrimento ou simplesmente não encontrar espaço para falar sobre ele. Para a psicóloga e coordenadora do curso de Psicologia da Estácio Ceará, Leidiana Silva, compreender essa dificuldade é um passo importante para ampliar o cuidado com a saúde mental."Muitas vezes, a pessoa aprendeu a funcionar mesmo diante do sofrimento. Ela continua trabalhando, estudando, cuidando da família e cumprindo suas responsabilidades, mas isso não significa que esteja emocionalmente bem. Por isso, é importante observar mudanças de comportamento e, principalmente, aquilo que foge do padrão daquela pessoa", explica.Segundo a especialista, nem todo sofrimento emocional é imediatamente perceptível. Irritabilidade, isolamento, alterações no sono, falta de energia, perda de interesse por atividades antes prazerosas e dificuldade de concentração podem
Moradores de favelas e periferias de Fortaleza (CE) interessados em construir uma nova trajetória profissional poderão participar de um Balcão de Oportunidades promovido pela Central Única das Favelas (Cufa), nos dias 8 e 9 de setembro (terça e quarta-feira), no espaço FaveLab Hub Criativo, na Praia de Iracema, de 8h às 14h. Realizada em parceria com a Favela Seguros, a iniciativa busca selecionar pessoas interessadas em atuar no mercado de microsseguros. Não é necessário ter experiência anterior na área. Os participantes selecionados terão acesso à formação custeada pela seguradora, preparação para a certificação profissional exigida pela Susep para atuação como corretor de microsseguros e acompanhamento durante o processo de desenvolvimento da atividade. Para participar, é necessário ter 18 anos ou mais e ensino fundamental completo. Durante o Balcão de Oportunidades, as equipes estarão disponíveis para apresentar as possibilidades de atuação, explicar como funciona o trabalho, esclarecer dúvidas e orientar os interessados sobre
O Náutico Atlético Cearense, um dos mais tradicionais clubes sociais e esportivos do Ceará, está concluindo a revitalização do Ginásio Meton César de Vasconcelos, local marcante da prática esportiva cearense. A requalificação faz parte do projeto “Um Novo Náutico", iniciativa de modernização que alia a preservação da memória com melhorias estruturais em espaços-chave do clube. O ginásio, que leva o nome do ex-presidente do clube Meton César de Vasconcelos, atual presidente do Conselho Deliberativo, passou por uma série de intervenções que visam renovar e ampliar a qualidade do espaço para atletas, sócios e eventos esportivos. As obras contemplaram a recuperação do piso da quadra, iluminação moderna, reboco e impermeabilização das estruturas, além de paisagismo nas calçadas do entorno do ginásio. Também estão sendo concluídas as obras de banheiros, vestiários e da academia do clube, proporcionando um ambiente mais seguro, moderno e acolhedor para a prática de atividades. Segundo o presidente do Henrique