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Cinco itens que sempre estão em sua cozinha e são ninhos para bactérias

Como pequenos descuidos no dia a dia aumentam riscos à saúde e passam despercebidos na rotina doméstica

Publicada em 26/11/25 às 20:38h

por Redação CBTV


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Entre conversas apressadas, refeições improvisadas e tradições que passam de geração em geração, a cozinha assume um lugar afetivo dentro das casas. É justamente nesse ambiente, tão carregado de rotina e memória, que boa parte das contaminações alimentares começa. Pesquisas da NSF International apontam que objetos simples, como esponjas, tábuas e panos de prato, podem abrigar bactérias que se multiplicam de forma quase invisível.

José Roberto Campanelli, diretor da rede Mary Help, explica que o risco não está apenas em alimentos mal armazenados, mas em práticas rotineiras que passam despercebidas. Segundo ele, “a contaminação na cozinha é silenciosa. Ela começa em objetos comuns, que usamos sem perceber que já não estão seguros, e se espalha rapidamente quando não há cuidado adequado”. A seguir, os cinco pontos que merecem atenção redobrada.

1. Esponjas e panos de prato: Considerados os itens mais contaminados da casa pelo estudo da NSF International, esponjas e panos acumulam umidade, resíduos de gordura e partículas de alimentos. Esse ambiente favorece a proliferação de bactérias como E. coli e Salmonella. A recomendação é trocar a esponja toda semana, higienizar panos com água quente e mantê-los sempre secos e bem lavados.

2. Tábuas de corte: A mesma pesquisa aponta que tábuas com sulcos e marcas profundas podem abrigar bactérias que resistem mesmo após a lavagem. A recomendação é utilizar tábuas distintas para carnes e vegetais, higienizar com bicarbonato de sódio imediatamente após o uso e substituir quando apresentarem odor persistente ou rachaduras.

3. Utensílios de madeira: Colheres, pilões e outros objetos feitos de madeira absorvem umidade e odores, o que facilita a colonização de micro-organismos. Para Campanelli, o cuidado começa na limpeza logo após o uso, com água morna e sabão neutro, seguida de secagem completa. Truques como limão com sal ou bicarbonato ajudam a eliminar odores e resíduos, preservando a superfície. Manchas escuras ou rachaduras são sinais de que a peça deve ser descartada.

4. Puxadores, torneiras e botões de eletrodomésticos: Esses pontos de contato são negligenciados na limpeza e figuram entre os locais com maior acúmulo de germes. A frequência de limpeza deve ser a mesma aplicada às bancadas, com uso de detergente neutro ou solução de vinagre branco diluído.

5. Geladeira: Estudos da Organização Mundial da Saúde reforçam que a temperatura incorreta e o armazenamento inadequado são responsáveis por uma parcela significativa das intoxicações alimentares domésticas. Manter a geladeira a 4 °C, evitar o acúmulo excessivo de alimentos e higienizar prateleiras regularmente reduz os riscos.

Campanelli destaca que a segurança alimentar começa muito antes do preparo da refeição. “São detalhes pequenos que fazem diferença na saúde da família. A cozinha precisa ser tratada como um ambiente vivo, onde a disciplina nos cuidados evita problemas sérios. Limpeza correta e atenção aos sinais de desgaste dos utensílios são medidas simples que preservam a saúde de toda a família”.

A manutenção adequada dos itens domésticos não é apenas uma questão estética. Representa proteção, prevenção e cuidado com o cotidiano. Quando bem cuidados, utensílios e superfícies contribuem para um ambiente mais seguro, funcional e saudável.



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