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Do uso de serviços à comunicação com a família, as aulas de TI têm ajudado e acolhido alunos do Super Cérebro Longevidade

Publicada em 02/12/25 às 20:31h

por Redação CBTV


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Dos anos 90 para cá, a tecnologia tem avançado rapidamente e está presente no nosso cotidiano. Seja um condomínio com portaria eletrônica, um pedido no restaurante por meio de QR Code, o agendamento de uma consulta, a solicitação de um carro por aplicativo, a busca de um endereço no Waze ou até mesmo uma chamada de vídeo — que não substitui a presença física, mas encurta distâncias, especialmente nas festas de fim de ano. Com demandas específicas e orientações importantes de segurança, as aulas de Tecnologia da Informação têm acolhido e auxiliado alunos do Super Cérebro Longevidade, em Fortaleza.

Considerando que a população brasileira está envelhecendo rapidamente, com previsão de que idosos sejam o maior grupo etário do país em 2046, inseri-los no universo digital exige empatia e respeito às transformações naturais da idade. Formado em Processamento de Dados (atual TI), Administração, Comércio Exterior e Direito, Umberto Nanni trabalha há mais de uma década exclusivamente com pessoas acima dos 45 anos. “Essa combinação me permite transitar bem entre tecnologia, negócios, pessoas e os desafios que a longevidade traz para o dia a dia”, explica.

Professor no Super Cérebro Longevidade, sede Aldeota, em Fortaleza, Nanni explica que, além de um cronograma padrão útil para todos, o método permite identificar necessidades individuais e adaptar o conteúdo. Assim, o aluno pode direcionar seu próprio aprendizado. “Eles chegam com conhecimento básico e um grande desejo de ter mais segurança e autonomia. O medo existe — medo de mexer, de apagar algo, de ‘estragar’ o celular, de cair em golpe —, mas vem acompanhado de uma vontade genuína de aprender. Meu trabalho é transformar esse medo em confiança”, afirma.

Muitos alunos acima dos 60 anos já utilizam o WhatsApp, mesmo que de forma limitada. Mandam mensagens, gravam áudios e, às vezes, encaminham fotos. Com uma aula mensal no cronograma — podendo aumentar conforme o interesse —, o primeiro contato costuma ser tímido, com alunos dizendo que nem sabem o que perguntar. Após poucas aulas, chegam com listas de dúvidas: mensagens que receberam, funções que não entenderam ou algo que tentaram mexer e não funcionou.

Luciana Jucá Martins (59) e Renata Brasil (60) têm em comum o desejo de independência digital. Alunas do Super Cérebro Longevidade, ambas já avançaram bastante. Luciana, advogada, hoje utiliza serviços digitais com autonomia. “Tenho mais facilidade para interagir em grupos, fazer compras, participar de cursos e até programar viagens”, conta. Renata, formada em Ciências Econômicas, também dependia dos familiares. “A tecnologia é um dos principais motores de inovação de uma sociedade moderna. Hoje uso Waze, faço reservas e compras online com muita facilidade e segurança”, relata.

Com o tempo, mudam nossa atenção, visão e memória. Os estímulos e conhecimentos precisam ser adaptados a essa fase da vida. Muitas vezes, algo simples — como aumentar o tamanho da letra no celular — já traz um avanço enorme: melhora a leitura e facilita o uso de recursos antes evitados. Não é só tecnologia; é sobre devolver autonomia.

Segundo Danniela Rolim Medeiros, franqueada do Super Cérebro Longevidade em Fortaleza, a tecnologia é um conhecimento inclusivo e essencial. “Dar aos nossos alunos a independência de não precisar esperar por alguém para ajudar é fantástico. Eles se sentem úteis e inseridos na nova realidade”, afirma. Quando alguém assume o aparelho para “ajudar”, o idoso não aprende — e continua dependente.

Umberto reforça que o maior desafio é mostrar ao aluno que ele é capaz. “Quando a pessoa acredita nisso, o difícil vira apenas uma etapa natural do aprendizado.” No Super Cérebro Longevidade, o estímulo cognitivo através da tecnologia abrange leitura, comunicação, criatividade e inclusão social, tudo de forma natural, sem sensação de prova ou cobrança.

Talvez você se lembre de quando aprendeu a andar de bicicleta. No início, alguém segurava, você caía, levantava e tentava de novo… até conseguir. Hoje, ao resolvermos as dúvidas tecnológicas dos nossos pais e avós pegando o celular e fazendo tudo por eles, achamos que estamos ajudando. Mas, na prática, podemos estar tirando a sensação de autonomia e capacidade — essenciais para a autoestima e a vitalidade.

Estatísticas:

  • 88% da população com 10 anos ou mais acessou a internet regularmente em 2023

  • 66% da população com 60 anos ou mais acessou a internet regularmente em 2023
    Fonte: Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad)

  • 69,4% dos brasileiros acima de 60 anos usavam a internet em 2024, ante 44,8% em 2019

  • Entre os 52% dos idosos que não utilizam internet, 66% não sabem usar tecnologia
    Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)

Serviço: Super Cérebro Longevidade
Endereço: Rua Coronel Linhares, 443, Aldeota, Fortaleza/CE
Informações: aldeota@franquiasupercerebro.com.br
Instagram: @supercerebro.aldeotace





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