Era final de ano, 13 de novembro de 2025, numa manhã, a caminho do trabalho, resolvi parar em uma loja de empanadas pra comer no café da manhã, dificilmente fazia isso pela manhã, mas senti vontade naquele dia.
Chegando na loja, a única atendente estava com sua criança de 4 anos no colo, tentando acalmar a criança que chorava e dizia pra mãe q estava com dor na barriga.
Perguntei a mãe se aceitava que eu cuidasse da criança com energia, ela consentiu. Então, comecei a aplicar a energia de plasma na barriguinha da menina.
Perguntava a criança o que estava acontecendo e se estava doendo, ela dizia com aquela voz doce e infantil: - “sim, dói porque tenho lactose”. A mãe falou q ela deve ter comigo algo no sábado que fez mal e teve vômito, diarreia, no dia anterior tinha melhorado, mas voltou a doer.
Enquanto eu continuava a aplicar a energia do plasma perguntava a criança: “como está a barriguinha”, ela respondia chorosa: - “ainda dói”. Percebi que a dor era menos intensa, mas após 5 minutos de aplicação ainda tinha um pouco de dor.
Tirei da minha sacola um adesivo frequenciado contra “inflamações”, colei no corpinho daquele anjinho e disse q ela ia melhorar.
Expliquei a mãe q o efeito da energia e do adesivo, anti-inflamatório, iria continuar agindo, melhorando o aparelho digestivo inflamado por comer algo que não fez bem.
Deixei a criança um pouco melhor e fui ao trabalho.
Uma 10 minutos depois, eu já estava no trabalho, a mãe manda mensagem no celular dizendo que ela estava melhor.
Duas horas depois voltei lá e a mãe disse q já era outra criança, não tinha mais nada e estava brincando.
Imagina a situação da mãe, tendo q trabalhar, única funcionária na loja, a filha doente não podendo ir pra creche, não sabia o q fazer.
A melhora da criança ocorreu de forma rápida e não voltou a sentir nada depois.